"... Minha palavra é como estrelas - elas não empalidecem. Como (o homem branco) pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre coisas de nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas floresta escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo..."
(trecho da carta do Cacique Seathl, escrita em 1855, ao Presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce.)
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